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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

CNEC - GABARITO MODERNISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL

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Modernismo em Portugal

Exercícios de sala
1) Fernando Pessoa afirmava que “fingir é
conhecer-se”. AC, RR e AC são heterônimos de
Fernando Pessoa.
2) D 3) A 4) A
5) a) Fernando Pessoa foi o mais importante poeta
do Modernismo português na 1a metade do século
XX.
b) Criação de heterônimos.
6) B 7) E 8) C 9) B
10) Velhice.
 11) E 12) D 13) A
14) a) Repetição do verso final de cada estrofe.
b) A morte de Alves.
c) A conscientização de sua transitoriedade (“Ele
era fixo, eu, o que vou”) e de sua solidão (“se
morrer, não falto”).
Exercícios propostos
15) D 16) A 17) C 18) C 19) E
20) a) Ao pedir que o sepultem “sem cruz”, Alberto
Caeiro explicita sua rejeição ao Cristianismo. Já,
ao dizer que “foi buscar os deuses”, mostra uma
recusa ao monoteísmo e uma aceitação implícita
do paganismo.
b) A palavra “deus” mostra a recusa de Caeiro à
noção de um princípio unitário, abstrato; o mesmo
ocorre com o sentido do verso: “A natureza é partes
sem um todo.” Assim, concluímos que interessam
a Caeiro as coisas em si, concretas e singulares, e
não o conceito generalizante que as engloba sob o
nome de “natureza”.
21) B



16. Modernismo no Brasil
Exercícios de sala
1) a) Policarpo é ridicularizado com frequência
durante todo o romance não por um fato ou outro,
mas pelo perfil ideológico assumido. Duas situações
que se destacam e muitas vezes fazem a personagem
ser lida como herói caricato são decorrências desse
perfil. Policarpo adota, e quer que todos o façam,
hábitos indígenas. Além disso, luta para tornar o
tupi-guarani a língua oficial do Brasil.
b) Apesar de uma postura ufanista, Policarpo
assume seus ideais na vida prática: é íntegro,
convicto e honesto. E, talvez, por isso mesmo,
passe a ser visto como um homem alienado.
2) a) Tanto Gregório de Matos como Lima
Barreto denunciam a cultura brasileira de exaltar
o estrangeiro e desprezar e desrespeitar os próprios
brasileiros.
b) Uma figura de linguagem frequente no período
barroco é a antítese, que podemos ler em “exaltar”
e “abater”.
c) Há aliteração em “Pobre terra de Bruzundanda”.
3) D
4) a) As principais modificações estruturais feitas
pelo modernista referem-se à organização do
texto em verso em oposição à prosa da carta de
Caminha.
b) Sim. Além do contexto moderno (a estação de
ferro), as moças a que o poeta se refere são “de vida
fácil”, prostitutas.
5) a) O poema de Alberto de Oliveira apresenta
rimas ricas em versos dodecassílabos.
b) Oswald de Andrade, no poema dado, trabalha
com versos livres e se vale de palavras estrangeiras.
6) a) Quando menciona “Gonzaga” refere-se a
Tomás Antônio Gonzaga e quando usa Prosopopeia
refere-se à obra de Bento Teixeira, de 1601, que
marca o início do Barroco no Brasil.
b) O poeta faz opção pela primeira pessoa
do plural em “Somos internacionalistas e
portugueses júniors”; “Gostamos de Camembert,
do Nilo, de Frineia e de Marx”; “Somos pastores
e desembargadores” e finalmente em “Somos
brasileiros”.
7) a) Macunaíma tem cabeça de criança —
“As lágrimas escorregando pelas faces infantis
do herói” e “Então ele suspirava sacudindo a
cabecinha” — e corpo de adulto — “peitaria
cabeluda”. Enquanto crescia a cotia o enfeitiçou,
mas como o herói tentou fugir na hora, o feitiço
não pegou no corpo todo.
b) Macunaíma, mesmo depois de crescido,
continua agindo de forma emotiva e irresponsável
feito criança.
8) a) O nascimento da flor representa, no poema,
a possibilidade de se ter esperança e alegria, apesar
da desumanização em que vivemos em nosso
mundo moderno.
b) Este poema denomina-se “A flor e a náusea” e
faz parte do livro A rosa do povo, cujo novo lirismo
pode ser associado com a flor descrita. Trata-se
de um antilirismo e representa o engajamento
do poeta na grande questão da época: A Segunda
Guerra Mundial.
9) a) As oposições espaciais se dão tanto dentro
de cada estrofe como entre elas: na primeira, meu corpo (= aqui) X namorada na janela (= ali); na
segunda, outras vidas (= ali) X minha vida (= aqui).
Entre ambas, a oposição é ainda mais nítida: deste
lado X do outro lado. No entanto, essas oposições
ficam atenuadas na medida em que a namorada
na janela faz parte do seu sonho e as outras vidas
vivem da vida do eu lírico, ocorrendo, portanto,
um processo de inclusão do ali no aqui, do exterior
do interior, do outro no eu.
b) Ambas fazem uma alusão ao eu do poeta
dividido entre o interior e o exterior. No primeiro
poema, o eu se diz cheio de sonho, há o encanto
e a possibilidade do outro. Em Amostra da poesia
local, o poeta se mostra descrente, desencantado,
solitário e vazio. O interior do eu apresenta-se
diferente nos dois poemas.
c) O texto, embora modernista, mantém
regularidade métrica e rítmica, apresentando versos
curtos, redondilhos ou próximos a eles, e rimas
bem marcadas (ABAAB), de fácil memorização,
lembrando uma cantiga de caráter bem popular e
de tom brincalhão.
10) a) Simbolismo.
b) Sonorização e musicalidade dos versos como
se lê, por exemplo, em “O vento passa, brando,
brando...”.
11) B